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Metodologias participativas e mobilização psicossocial

O oitavo livro da série “Gênero, sexualidade e direitos humanos” do Laboratório de Estudos da Sexualidade Humana (LabESHU) aborda temas relacionados à promoção da saúde, combate à violência sexual e de gênero, além de metodologias participativas de mobilização comunitária. O livro está organizado em três partes: Saúde e governamentalidade; Violência sexual e gênero; Metodologias participativas. A linha de argumentação que quisemos empreender ao produzir esse arranjo foi a de permitir pensar os determinantes socioculturais de saúde/doença e de violência que precisam ser considerados para o êxito das ações de promoção de cidadania e saúde. A grande marca das metodologias participativas, em especial as inspiradas nos escritos de Paulo Freire, é a de politizar a emergência de agravos e violações, que passam a ser entendidos como produções sociais. Ao mesmo tempo, apontam para o caráter de precariedade da vida humana, da extrema vulnerabilidade dela, mostrando a necessidade de “outros” (humanos e não humanos) como condição de existência no mundo e de produção de bem-estar social e pessoal. São modos de fazer interferências no curso da vida social de sujeitos em coletividades com a finalidade de produzir conscientização por meio do diálogo.

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Gays, lésbicas e travestis em foco

Os(as) autores(as) que tomam voz em "Gays, lésbicas e tra­vestis em foco: diálogos sobre sociabilidade e acesso à edu­cação e saúde" nos interpelam sobre quais estratégias deve­ríamos inventar para incorporarmos na comunidade humana as vivências LGBT. Seja no âmbito das universidades, seja circunscrito à educação básica e média, seja no campo da atenção à saúde, seja nos coletivos feministas e LGBT, seja na própria comunidade homossexual, a tônica presente é o chamamento para construção de um mundo possível para as múltiplas experiências de gênero e sexualidade. Organizamos o conjunto de textos em duas partes. A primeira, Contextos de sociabilidade, é composta de três textos que abordam espa­ços em que pessoas com práticas homossexuais transitam, refletindo sobre como constituem/assumem posições identi­tárias, marcadas por gênero, com desdobramentos na subje­tividade, na sociabilidade e/ou na luta política. A segunda par­te, Acesso à educação e saúde, é formada por quatro textos que discutem o modo como escolas, universidades e equipa­mentos sociais de saúde constituem situações de estigmati­zação e opressão, e quais estratégias têm sido ou poderiam ser utilizadas para garantir os direitos das populações LGBT.

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A problemática das drogas

O conjunto de textos reunidos nesta coletânea buscam reinterrogar as evidências, sacudir os hábitos, as maneiras de fazer e pensar, desfazer as familiaridades aceitas em torno da problemática das drogas. Os textos foram distribuídos em três partes. Em “Drogas e contextos”, os autores abordam a multiplicidade de sentidos que o uso de drogas enseja, a depender de tempo histórico e de contextos de vida específicos, o que inclui também posicionamentos de classe, sexo/gênero, raça/etnia e idade/geração de populações e de pessoas. Na segunda parte, “Dispositivos religiosos”, os pesquisadores abordam as interfaces entre as políticas de enfrentamento do uso abusivo de drogas e as perspectivas de cunho religioso, analisando os impasses que dispositivos - tais como as comunidades terapêuticas - trazem para a resposta brasileira às dependências químicas. Na terceira parte, “Dispositivos do SUS”, são analisadas as vicissitudes do atendimento em CAPS-AD e Consultórios de Rua. Estes são centrais para o enfrentamento do uso abusivo de álcool e outras drogas e precisam ser objeto de reflexões qualificadas, na perspectiva de apontar caminhos para os desafios e os impasses na promoção do cuidado.

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HIV e Aids: desafios rumo a 2030

O livro aborda a epidemia do HIV e da Aids, em várias dimensões. Uma discussão muito oportuna, uma vez que o mundo começa a colocar em ação novas estratégias para, em resposta a um conjunto de metas propostas em 2014 pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids), erradicar a epidemia em 2030. O livro é composto por duas partes. A primeira discute as marcas subjetivas, sociais e programáticas de contextos comunitários de vulnerabilidade e as implicações para a prevenção. Os textos apontam para o esgotamento de perspectivas fundadas somente no apelo ao uso da camisinha, mostrando que as pessoas realizam um conjunto ampliado de medidas, mais ou menos eficazes, na perspectiva de se protegerem do vírus. Também chamam atenção para a necessidade de se falar abertamente sobre sexualidade e sobre os contextos que produzem práticas de risco e de melhor qualificar os profissionais de saúde para o aconselhamento. Os capítulos da segunda parte, revelam um conjunto ampliado de desafios, relacionados a aspectos subjetivos, interpessoais, culturais e socioeconômicos, para se chegar à adesão à Terapia Antiretroviral. Eles sinalizam a importância de desmantelar o estigma às pessoas vivendo com HIV e Aids como instância fundamental de combate à epidemia.

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